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quarta-feira, julho 03, 2013

Skype para Android é “reconstruído do zero” e ganha cara nova!


Skype para Android era um app meio feioso, e que engasgava dependendo do aparelho. Mesmo assim, ele foi instalado em mais de 100 milhões de Smartphones ao redor do mundo.
Felizmente, agora ele ficou bem melhor: o app de VoIP ganhou uma bela interface que lembra muito o Windows Phone.
O Skype diz que o futuro móvel da plataforma “exige um design moderno, que coloca as conversas em primeiro lugar, e foca na qualidade e desempenho”. E o novo app segue essa direção.
Você já chega na tela de conversas recentes. Toque em uma delas, e você irá para a interface de chat; lá, se quiser, toque em um botão e comece uma ligação de voz ou vídeo.

domingo, setembro 30, 2012

Os 4 perfis de profissionais que não combinam com Home Office


1. Muito jovens ou recém-contratados:

Quem ainda não tem muita experiência no mercado de trabalho não deveria já começar trabalhando nesse sistema, segundo Adriana. “Os mais jovens ainda têm que aprender a trabalhar, saber como funciona a estrutura corporativa”, diz ela.

De acordo com ela, um desafio para os mais jovens é alçar voos sem o suporte de um gestor. “Por isso, acho que os profissionais mais sêniores se dão melhor com o home office”, diz. Respeitar horários e criar uma rotina de trabalho – mesmo estando em casa – exige maturidade, na opinião dela.

Contratar um profissional e imediatamente já colocá-lo em home office, também não é aconselhável, na opinião de Mello. “Os colegas ainda não o conhecem e nem ele conhece as pessoas da empresa. Assim, ninguém vai saber quem é ele”, diz. Para Mello, o ideal é que as empresas optem preferencialmente por funcionários que já tem tempo de casa na hora de começar um projeto de home office.

2. Workaholics:

O tal horário flexível pode ser uma armadilha para os viciados em trabalho, alerta Adriana Vianna. “Workaholics tendem a ficar o dia inteiro trabalhando quando adotam o home office”, diz ela. “Muitas vezes, ele acaba trabalhando aos finais de semana também”, diz Mello.
Isso acontece porque na empresa, quando todos vão embora e só sobra você e seu computador ligado, a sensação de desconforto é, sem dúvida, muito maior do que uma jornada estendida no escritório de casa.

“Muita gente já trabalha o dia inteiro na empresa, chega em casa, convive muito pouco com a família, e continua trabalhando até de madrugada pelo sistema home office”, lembra Mello.
“Com o home office tem que saber gerenciar o tempo de trabalho, do contrário ao invés de trabalhar 8 horas, ele vai passar ter um expediente 12, 14 horas”, diz Adriana. “O risco é para a qualidade de vida deste tipo de profissional”, diz Mello.

3. Acomodados ou indisciplinados:

Quando se fala em home office, muita gente já pensa na delícia que é poder trabalhar de pijama – embora não seja recomendável, na opinião de Adriana – e sem chefe controlando a dinâmica de trabalho.

Mas, mesmo no conforto de casa, metas e resultados continuam a ser cobrados pelas empresas, lembra Mello. “É preciso avaliar se a pessoa tem disciplina, como ela vai administrar o tempo quando está independente”, diz o especialista.
“Se a pessoa é do tipo que precisa ser cobrada para entregar resultados, não vai funcionar”, diz Adriana. Sem o chefe vigiando, o risco é perder o foco. “Uma pessoa que já tem vícios na empresa vai continuar apresentando os mesmos problemas trabalhando em casa”, diz Mello.

4. Aqueles para quem a interação com colegas de trabalho é essencial:

A falta de interação é um desafio para quem adota o teletrabalho. “Aqueles profissionais adeptos do “team work” podem ter dificuldades para se adaptar”, diz Adriana.
Por isso, lembra Mello, não perder a comunicação e estabelecer alguns dias para estar presente na empresa é fundamental. “O profissional não pode se isolar”, diz.

quinta-feira, agosto 30, 2012

Anatel e Ministério das Comunicações anunciam projeto de medição da qualidade da banda larga!!!


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Jarbas Valente, apresentaram hoje, em entrevista coletiva à imprensa, detalhes do projeto de medição da qualidade da banda larga fixa no Brasil. O projeto depende da participação da sociedade para ser implementado, uma vez que os equipamentos de medição da internet serão instalados nas conexões de voluntários.

A medição, que começa no mês de outubro, está prevista no Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM - aprovado pela Resolução Anatel 574/2011). Os primeiros resultados devem ser divulgados, pela Agência, em dezembro deste ano.

De acordo com o conselheiro Jarbas Valente, o objetivo do projeto é reunir informações suficientes para a adoção de medidas que permitam a progressiva melhoria do serviço. "Trata-se de uma medição em todo o território nacional que fornecerá dados importantes para as ações da Anatel", avaliou.


Espera-se, em todo o Brasil, a mobilização de cerca de 12 mil usuários do serviço. Jarbas Valente informou que a adesão ao projeto não exige conhecimentos avançados de informática dos voluntários. "Basta ligar o equipamento de medição ao modem ou ao roteador e deixá-lo funcionando. O usuário não precisa fazer nada além disso", explicou.

Segundo o ministro Paulo Bernardo, a medição contribuirá de forma decisiva para a elevação da competição da banda larga fixa no país, pois o consumidor terá parâmetros objetivos para comparar os serviços das diversas prestadoras. Na sua avaliação, a comparação estimulará as empresas a investir mais para assegurar a qualidade dos serviços e a reduzir preços para ampliar sua base de clientes. "Esse regulamento de qualidade aprovado no ano passado é mais avançado do que de outros países", disse Paulo Bernardo.

Jarbas Valente e Paulo Bernardo anunciaram ainda a criação do perfil específico da Anatel no Facebook para divulgação do programa de medição da qualidade da banda larga no Brasil. Para mais informações, acesse http://www.facebook.com/anatel.qualidade.banda.larga

O processo de medição da qualidade da banda larga será coordenado pela Anatel por meio da Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ). No Brasil, será adotada a mesma tecnologia usada e aprovada em mais de 35 países, como Estados Unidos e Reino Unido, em iniciativas semelhantes. Os resultados dessas medições permitirão à Anatel conhecer com maior precisão a qualidade do serviço em todo o País e, assim, adotar as medidas necessárias para que sejam cumpridas as metas estabelecidas na regulamentação da Agência.

O superintendente de Serviços Privados, Bruno Ramos, informou que, para a medição da qualidade da banda larga fixa, o projeto abrangerá usuários das prestadoras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) com mais de 50 mil acessos: Oi. NET, Telefônica/Vivo, GVT, Algar (CTBC), Embratel, Sercomtel e Cabo Telecom.

Podem ser voluntários do programa todos os usuários que tenham contrato de prestação de serviço de banda larga fixa em seu nome. Para se candidatar, é necessário informar os dados pessoais e os do serviço contratado, por meio do cadastro disponível no portal www.brasilbandalarga.com.br. Funcionários das empresas analisadas não poderão ser voluntários.

Após análises das características dos consumidores e dos serviços por eles contratados, será feita uma seleção para garantir que a amostragem represente os diferentes perfis de consumidores da banda larga fixa no Brasil. Serão acompanhados indicadores como velocidades de upload e download, latência, variação da latência (ou jitter) e perda de pacotes.

Os selecionados pela EAQ não terão qualquer ônus para instalação dos equipamentos e também não serão remunerados. Os voluntários receberão um aparelho batizado de whitebox, que fará a medição ao ser conectado ao modem/roteador de cada residência ou empresa. A aferição nos equipamentos instalados nos computadores será diária e ininterrupta. O equipamento não coleta qualquer informação pessoal, nem interfere ou monitora a navegação do usuário.

Além de colaborar para aferição da qualidade da banda larga, cada voluntário receberá relatório mensal com dados relativos à qualidade do serviço  em sua residência ou empresa.

A metodologia e procedimentos referentes às medições foram definidos pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), grupo de trabalho coordenado pela Anatel, com participação de representantes das Prestadoras, da Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ) e de entidades convidas, como o CGI.Br e o INMETRO.

Faça o teste agora, clicando aqui